Os sete melhores e os três piores filmes que vi este ano
Ia fazer uma lista de 10 mais, mas resolvi resumi-la e quebrá-la
em duas pra facilitar.

2 – O Jogo da Imitação – a invenção de uma gigantesca e
complexa máquina de calcular (que hoje chamamos de computador) para decifrar os
códigos usados pelos nazistas envolveu mais do que cálculos. A biografia de
Alan Turing mostra como foi fundamental para os Aliados decifrar a comunicação
dos alemães.
3 – Perdido em Marte – finalmente uma ficção científica com
acertos científicos. Interessante até para quem trabalha com Assessoria de
Imprensa e Relações Públicas: como anunciar para o mundo que sua empresa deixou
um cara para trás, ali em Marte? Sem contar que música “Spaceman” do David
Bowie se encaixa tão perfeitamente nesse filme que fica na cabeça do espectador
por alguns dias.
4 – A Teoria de Tudo – a biografia e as teorias de Stephen
Hawking são apresentadas de forma leve e didática. A progressão da Esclerose
Lateral Amniótica que limitou os movimentos do físico é assustadora e a atuação
Eddie Redmayne no papel principal é impressionante.
5 – Birdman – um filme quase surreal. O mais interessante é tentar
entender a mente de uma celebridade marcada pra sempre por causa do papel de
protagonista num filme de super-herói. E olha que o protagonista Michel Keaton
já interpretou o Batman.
6 – Um Senhor Estagiário – única comédia da lista. E esse é
meu gênero favorito. No início parece um filme banal, mas os ensinamentos do
personagem de Robert de Niro para a chefe sem experiência [Anne Hathaway] valem
a pena.
7 – Star Wars Episódio 7 – o Despertar da Força – a sequência
da saga foi criticada por muitos fãs e pelo próprio criador George Lucas, que
desta vez não mexeu no roteiro. De fato alguns pontos deixam a desejar, como a
falta de novos mundos ou máquinas mirabolantes. Mas a uma certa altura, quando o
filme parecia uma historinha banal, Star Wars 7 ganha um roteiro surpreendente.
E o fim deixa espectadores ansiosos pelo episódio 8.
Outros destaques: Pixels, Ponte dos Espiões e Sniper
Americano
Os três piores de 2015
1 – Quarteto Fantástico – nada contra a ideia de começar uma
história do zero, com uma nova cara. Deu certo com o Batman Begins, bem melhor
que os filmes dos anos 1990. Mas o novo Quarteto Fantástico quis ser sério e dramático
com uma história quase infantil. Demora a apresentar os personagens e quando
apresenta, termina.
2 – Trocando os pés – tem sido difícil encontrar um filme
bom de Adam Sandler ultimamente (se bem que Pixels foi divertido). Trocando os
Pés é uma comédia sem muita graça e com mistérios que todo mundo já desvenda no
meio do filme.
3 – Destino de Júpiter – mais uma vez o predestinado (no
caso a predestinada) vive uma vida tranquila no Planeta Terra até descobrir que
tem superpoderes e é a chave para salvar o Universo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário