RUSSO, LOGO EXISTO
Humor, política, atualidades e mais qualquer coisa
sábado, 28 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Megaupload, PIPA e SOPA
Uma corrida aos pen drives e CDs graváveis como forma de garantir o que é seu foi a reação inicial a aparente adoção da linha-dura para reprimir a pirataria digital. Na mesma semana em que dois projetos de lei no Congresso norte-americano ganharam fama para deleite dos amantes de trocadilhos (SOPA e PIPA - Stop Online Piracy Act e Protect IP Act), o FBI prendeu os executivos do site Megaupload, tirando-o do ar.
O site recebia e armazenava arquivos dos usuários e na maioria dos casos qualquer internauta podia baixá-los dados, desde que tivesse o link de acesso. E isso acontecia com filmes, músicas e até discografias completas, sem qualquer restrição à quebra de direitos autorais. No mesmo rumo do birô norte-americano, parlamentares planejavam aprovar duas leis que permitiriam ao governo bloquear qualquer site no mundo que desrespeitasse os direitos autorais, com ênfase, é claro, naqueles que violassem obras dos Estados Unidos.
As duas posturas (proposta e ação) juntas provocaram a revolta de internautas, dispostos a hackear páginas de corporações e a combater ações repressivas, dizendo-se a favor da liberdade de expressão que a vida online nos trouxe.
Há restrições quanto às posturas dos dois lados e eu as expresso aqui.
Onde os defensores do Megaupload e afins erram
O direito autoral descende do direito de propriedade material, algo igualmente controverso e polêmico. A propriedade do pai passa para o filho? E se ele tiver vários filhos? E se ele não usa a propriedade? E se a empresa proprietária faliu? Não é fácil responder, vide a ação da polícia em São José dos Campos.
E como definir o dono de uma música ou de um trecho dela? De um quadro? De uma foto? Algumas músicas caíram em domínio público (não sei por que a frase lembra a expressão “cair em desgraça”). Mas para ouvir a versão que a Orquestra Sinfônica fez de uma música de Mozart não pense que a orquestra lhe entregará de mão- beijada. Os direitos da execução são dela.
De qualquer modo, os direitos autorais existem porque alguém faz a música, o filme, o livro. Como eles ficam?
Em primeiro lugar, há algumas alegações simplistas para defender Megaupload e sites relacionados. Por exemplo: baixar arquivos não causa prejuízo às produtoras. Causa sim. Prejuízo para elas e para gravadoras, artistas, cinemas, locadoras. É comum alguém dizer: “mas a Fox ou a Warner atuam explorando artistas, monopolizando o circuito do entretenimento e faturam milhões de dólares”. Ok, mas não conheço ninguém que tenha dito: “eu só faço download de filmes da Warner, porque ela não é legal.” Baixa-se de uma e outra e a tese das grandes produtoras cai por terra.
Outra afirmação é de que o download é menos perigoso do que comprar CDs piratas porque não alimenta máfias ou qualquer outro tipo de organizações criminosas. Em parte é verdade. Na pirataria material o dinheiro vai para alguém. Mas ao baixar arquivos você pode ganhar de brinde um vírus – ainda mais quando o download se populariza mais do que a segurança na internet. Sem contar que uma das ações criminosas apontadas pelo FBI foi o fato de o Megaupload ganhar dinheiro com anúncios. Você não gasta, mas de alguma forma o intermediador ganha um dinheiro para usá-lo como quiser. Se vai comprar um Cadillac amarelo ou armas, não se sabe.
Os prejuízos estimados à indústria do entretenimento provocados pelo site derrubado giram em torno de 500 milhões de dólares segundo o FBI. Pode ser que a polícia norte-americana tenha valorizado a cifra, mas é inegável que alguém perde nesse processo.
Talvez o rombo não seja tão visível quando se toma como referência o usuário. Aquele que recebe e usa o produto baixado. Mas vamos para o ponto de vista do criador. Aquele que compõe, dirige, atua, filme, escreve e edita. Sua produção perde o valor e a tão sonhada profissionalização artística torna-se impraticável. Quase ninguém vive por música. Imagine uma foto, frase ou criação sua caindo na rede e ninguém seque lembra quem é você. Revoltante? Imagine se alguém lucrasse sobre isso então.
Onde a visão de mercado das produtoras é limitada
O ataque às grandes produtores tem origem em alguns argumentos certeiros. O preço dos DVDs e CDs sempre foi exagerado, embora tenha caído recentemente. Não é provável que alguém esteja disposto a pagar 40 reais em um filme que ele nem sabe se vai gostar. Isso sem contar os abusos cometidos contra o pobre colecionador. Algo que eu irei abordar em outra ocasião. Sugestão? Recorra a uma locadora. Ok, dá certo se você quiser ir ver um filme mais recente.
E quando se trata daquele filme B? O primeiro em que aparecem Tom Cruise ou Cameron Diaz, por exemplo. Ou aquele filme argentino que bateu na trave no Oscar. Você não vai encontra-lo tão facilmente em uma locadora, loja e não espere contar com a Sessão da Tarde.
A possibilidade de se ter acesso a filmes clássicos parece um avanço cultural trazido pela internet. Traz uma enorme finalidade educativa e é estranho dizer que baixar um filme de 1956 esquecido pela Universal possa representar algum prejuízo à produtora.
Outro argumento de defesa é o tiro saindo pela culatra. O mercado se vê prejudicado pela pirataria, mas ela segue alguns ditames do mercado. Veja o caso do vídeo on demand. Assista algo na hora que você quiser! Essa liberdade de escolha não fazia parte do mercado liberal, em que a exibição de um filme ou música tinha horário determinado e limitado.
A mudança de cultura foi tão grande que as próprias emissoras de TV agora disponibilizam vídeos on demand gratuitamente em seus portais. E assim o usuário que baixa uma série no Megaupload vai defender-se dizendo que só quis assistir o Two and Half Men um pouquinho antes de a atração ser exibida na Warner, porque naquele dia marcado para a estreia não vai dar, sabe?
Os acessos e comentários nas redes sociais podem até indicar se compensa uma emissora nacional trazer para cá um seriado americano, se um CD merece mais atenção das gravadoras do que o previsto ou se um livro merece uma reedição mais bem tratada.
Resumo
Há nesse assunto um claro choque entre o modelo antigo e o modelo novo. Hoje, bandas lançam suas músicas somente pela internet. Não são todas as que dão certo e que lucram em shows, mas também não eram todas as bandas convencionais que se tornavam famosas nos anos 60.
Segundo a empresa de consultoria canadense Sandvine, o site Megaupload já chegou a ocupar 11% do tráfego na internet aqui no Brasil. Não é uma cifra desprezível, legalmente ou não.
Mesmo ao recuar da aprovação imediata do SOPA, um dos seus autores, o deputado republicano Lamar Smith, declarou que é preciso criar uma lei que proteja invenções norte-americana de ladrões estrangeiros. Nada mais parecido com filme de James Bond do que a prisão de um alemão que mora na Nova Zelândia. Daqui a pouco a família de Ian Fleming cobra direitos autorais nessa ação.
De todo mundo, é relevante questionar a duração dos direitos autorais. No Brasil eles duram 70 anos depois da morte do autor. Mário de Andrade não se encaixa nesse grupo até 2015, por exemplo. Até mesmo os lucros aos autores vivos são questionáveis. Quem não gostaria de se sustentar por algo produzido há 10, 20 anos? É até um convite a parar de produzir, diriam alguns.
Os filmes deveriam cair em domínio público em menos tempo ainda. É difícil enxerga-los como lucrativos vinte ou trinta anos depois do lançamento, por exemplo, mas nem por isso deixam de ser fonte de cultura e entretenimento.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Concorda?
Essa imagem ao fundo na entrevista com a funcionária do navio Costa Concordia é o quadro "Relatividade" de Escher ou são as escadarias do navio já inclinado na costa italiana?
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Por favor, de pé
Você se senta na poltrona. Espera alguns minutos. As luzes se apagam. Um feixe de luz ilumina o palco e entra um cara. Ele começa a falar no microfone e você fica se perguntando: Eu já não vivi isso antes?
Esse Déjà vu tem explicação científica: todo show de comédia Stand-up segue um roteiro, que inclui a irritante explicação sobre o que é Stand-up para um público que pagou 50 reais pela entrada (o humorista acha que o cara pensou "vou gastar meu dinheiro numa coisa misteriosa e ver se eu aprendo pelo menos uma expressão em inglês").
Depois de horas assistindo a apresentações in loco e na internet, conseguimos decifrar esse código humorístico e elaboramos esse manual:
Como fazer um Stand-Up em dez passos
1 - Apresentar-se ridicularizando sua própria situação (peso, cor, time)
2 - Explicar o que é o Stand-up Comedy
3 - Contar piada do tipo "eu estava andando na rua e percebi"
4 - Explicar o que é o Stand-up Comedy
5 - Mostrar a diferença de hábitos entre homem e mulher
6 - Fazer piadas com a data comemorativa mais próxima e mostrar o quanto é estranho reunir a família
7 - Mostrar a diferença de hábitos entre homem e mulher
8 - Momento piada politicamente incorreta (negro, baiano, homossexual)
9 - Contar aquela piada supostamente autoral que lembra muito uma piada do Ary Toledo
10 - Terminar mostrando a diferença de hábito entre homem e mulher
Esse Déjà vu tem explicação científica: todo show de comédia Stand-up segue um roteiro, que inclui a irritante explicação sobre o que é Stand-up para um público que pagou 50 reais pela entrada (o humorista acha que o cara pensou "vou gastar meu dinheiro numa coisa misteriosa e ver se eu aprendo pelo menos uma expressão em inglês").
Depois de horas assistindo a apresentações in loco e na internet, conseguimos decifrar esse código humorístico e elaboramos esse manual:
Como fazer um Stand-Up em dez passos
1 - Apresentar-se ridicularizando sua própria situação (peso, cor, time)
2 - Explicar o que é o Stand-up Comedy
3 - Contar piada do tipo "eu estava andando na rua e percebi"
4 - Explicar o que é o Stand-up Comedy
5 - Mostrar a diferença de hábitos entre homem e mulher
6 - Fazer piadas com a data comemorativa mais próxima e mostrar o quanto é estranho reunir a família
7 - Mostrar a diferença de hábitos entre homem e mulher
8 - Momento piada politicamente incorreta (negro, baiano, homossexual)
9 - Contar aquela piada supostamente autoral que lembra muito uma piada do Ary Toledo
10 - Terminar mostrando a diferença de hábito entre homem e mulher
A grande mosca
Na quarta, dia 18 de janeiro, o Google, Wikipedia e afins vão endossar protestos contra projeto de lei norte-americano que aperta o cerco contra pirataria na Internet, a tal da SOPA (Stop Online Piracy Act).
Seria o buscador universal a mosca na sopa dos direitos autorais?
Para divertir, deixou aqui uma das melhores músicas de Al Yankovic. Como diz o poeta, "Você começa roubando músicas / E depois está roubando loja de bebidas / E vendendo Crack". Claro que é brincadeira.
Seria o buscador universal a mosca na sopa dos direitos autorais?
Para divertir, deixou aqui uma das melhores músicas de Al Yankovic. Como diz o poeta, "Você começa roubando músicas / E depois está roubando loja de bebidas / E vendendo Crack". Claro que é brincadeira.
Bandeira preta
Temporal
Em todo verão a chuva supera as expectativas para uma determinada região.
Você já ouviu várias vezes: "Em 24h choveu mais do que o previsto para o mês todo."
Não tá na hora de mudar essa previsão, não?
Você já ouviu várias vezes: "Em 24h choveu mais do que o previsto para o mês todo."
Não tá na hora de mudar essa previsão, não?
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Lembra?
Eram tantos programas do tipo "O melhor de 2011" que sua mente não tinha mais uma memória, mas uma retrospectiva.
E na escola, em vez de um histórico escolar, ele recebeu um "Os fatos que marcaram o ano".
E na escola, em vez de um histórico escolar, ele recebeu um "Os fatos que marcaram o ano".
terça-feira, 18 de outubro de 2011
A morte de Dan Wheldon e a insensatez da Indy
A etapa de Las Vegas da Fórmula Indy acabou manchada por uma tragédia – a morte do campeão de 2005, Dan Wheldon. Isso me faz pensar o quão insensato é usar o termo “tragédia” para falar do Maracanaço de 1950 ou da eliminação do Brasil para a Itália em 1982. São derrotas tão comuns ao esporte e que nada se assemelham ao uma morte.
O acidente está entre a falta de segurança e a fatalidade. O destino no fato de a batida ter vitimado justo o piloto convidado, que estava no fundo do grid. Mas por mais que existam proteções na mureta no circuito oval, e por mais que os carros obedeçam parâmetros de segurança, o mega-acidente envolvendo quinze carros poderia ter matado outros pilotos. Basta dar uma olhada nas imagens para perceber isso.
A Fórmula Indy é muito insegura. É o que comprova o saldo de morte de 1999 para cá. Greg Moore, Paul Dana, Tony Renna e Gonzalo Rodrigues perderam suas vidas, os três primeiros em circuitos ovais. No comparativo inevitável com a Fórmula-1, de 1994 (quando morreram Senna e Roland Ratzenberger no mesmo fim de semana) para cá, nenhum piloto morreu.
Depois do Grande Prêmio de Imola, pilotos, torcida e organizadores ficaram sensibilizados pela morte de Ayrton Senna. Foi preciso um fim de semana trágico, com a morte de um tricampeão, para que medidas de segurança fossem imediatamente tomadas.
Não se pode dizer que a categoria comandada pela FIA seja à prova de fatalidades. Por muito pouco – pouco mesmo – Felipe Massa não perdeu sua vida na Hungria em 2009, e em muitos outros acidentes um detalhezinho, como uma mola ou um pedaço de carro voando, poderia encurtar a carreira de algum piloto.
Mas não é o acontece na Indy. Não são detalhes. Os carros correm em circuitos inclinados, o que os torna uma flecha em potência contra o muro se alguma coisa der errado. A velocidade passa de 330 km/h e mais de trinta carros dividem a pista em infinitas relargadas.
Critica-se o exagero de regras da F-1, responsável por tornar as corridas chatas, o que realmente aconteceu em 1996 e 1997. Mas isso se deu por causa de vários fatores e basta lembrar que 2011 teve corridas espetaculares e nenhum acidente mais grave.
Espera-se que a morte de piloto prestigiado sirva de lição para o automobilismo norte-americano pisar no freio.
Para homenagear a carreira do piloto inglês Dan Wheldon, fica a frase/trocadilho que seus engenheiros gritavam quando ele vencia corridas: “Well done!” (Bom trabalho!).
domingo, 9 de outubro de 2011
Não se emende
Muito cuidado com o que vai falar na Assembleia Legislativa de São Paulo.
Tem deputado estadual que sai correndo quando alguém pergunta se ele vai emendar o feriado da quarta.
Com essas denúncias de venda de emendas parlamentares qualquer resposta pode causa rebuliço.
Tem deputado estadual que sai correndo quando alguém pergunta se ele vai emendar o feriado da quarta.
Com essas denúncias de venda de emendas parlamentares qualquer resposta pode causa rebuliço.
Injustiças do Nobel
Dá para acreditar que o Nobel da Química não foi para os engenheiros que construíram o Center Norte? Afinal, eles são os responsáveis pela maior dinamite do mundo, aperfeiçoando o invento do cientista sueco que dá nome à premiação.
Deve ser bullying com o Brasil, porque não rolou nem uma menção honrosa ao Toddynho Caústico do Rio Grande do Sul.
O Nobel de Medicina também foi outra injustiça. Como acreditar que os médicos legistas que não encontraram drogas no organismo de Amy Winehouse não foram agraciados com a honraria?
E será que essa história de dividir o Nobel da Paz entre três mulheres não dá briga?
Deve ser bullying com o Brasil, porque não rolou nem uma menção honrosa ao Toddynho Caústico do Rio Grande do Sul.
O Nobel de Medicina também foi outra injustiça. Como acreditar que os médicos legistas que não encontraram drogas no organismo de Amy Winehouse não foram agraciados com a honraria?
E será que essa história de dividir o Nobel da Paz entre três mulheres não dá briga?
sábado, 1 de outubro de 2011
Em defesa do Pop in Rio
Uma das críticas mais comuns dos últimos dias no circuito musical é essa: o excesso de bandas de “não-rock” no festival Rock in Rio. O estilo musical foi deixado de lado pela organização do evento para dar espaço a outras atrações de maior lucratividade. Esse é o argumento. Não concordo com esse tipo de visão e sou a favor da miscelânea de estilos em um evento cultural, mesmo que ele carregue uma particularidade em seu título. Além disso, não existem mais tantas bandas de rock de peso como nos anos 80 e 90 e são poucas as realmente boas que ficaram de fora este ano (a maioria da velha guarda, como AC/DC, Aerosmith e Iron Maiden).
Como assim Kate Perry, Kesha, Claudia Leite e Ivete Sangalo? No caso de Claudia Leite, aconteceram as previstas vaias do público roqueiro.
Agora me explique: o que esses roqueiros foram fazer lá? Parece meio masoquista uma pessoa ir para perto do palco para ouvir uma atração musical de um estilo que odeia apenas para ter a oportunidade de desaprovar o que já desaprovava antes. A programação foi divulgada há meses. Elas não entraram no lugar de bandas de rock. Foram lá fazer a parte delas.
Outra coisa que me desanima é ver o argumento de sempre: rock é rock. Como se fosse algo pronto e acabado em que não se pode interferir. Não. Rock não é rock. É uma porção de vários estilos: blues, jazz, country (no início) e depois pop, sertanejo, forró e seja mais o que for. Tudo é válido.
Essa ideia da mistura é válida ainda mais quando se fala no Brasil. Caetano Veloso foi vaiado em um festival porque sua banda tinha guitarra (algo antinacionalista!). O mesmo aconteceu com Raul Seixas (RAUL SEIXAS!) quando tentou concorrer em um concurso de música brasileira, porque sua música era um rock em inglês – misturado com um bailão em português (Let me sing, Let me sing).
O rock usa diversos outros estilos e ninguém reclama. Led Zeppelin buscar inspiração no reggae para compor Dyer Maker é genialidade. Claudia Leite tocar Dyer Maker é um pecado mortal? Não é por aí.
Sou roqueiro, antes de mais nada. Minhas bandas favoritas são o Guns ‘n’ Roses, Kiss, Led Zeppelin, Beatles, Titãs e outras do gênero, mas não acho que a segregação seja o caminho.
Infelizmente existe uma cultura de alguns roqueiros de desprezo pelo outro estilo musical. Não se trata de pedir para trocar a música ou desprestigiar o cantor e sim de casos de agressão e morte entre fãs de diferentes tipos de rock e de outros estilos musicais. Algo impensável.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Crise
É tanto economês no noticiário ultimamente que já tem jornalista esportivo dizendo que a Fifa rebaixou a nota da Seleção Brasileira para AA-.
O Mano pôs a culpa nas seleções na Itália, Grécia, Espanha e Portugal, pode?
O Mano pôs a culpa nas seleções na Itália, Grécia, Espanha e Portugal, pode?
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Quatro poderes
No Brasil existe o poder Executivo, Legislativo, Judiciário e por trás de tudo isso, o Temerário
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Prêmio Melhor Categoria do Emmy Awards
São bizarras as categorias da premiação da TV norte-americana, o Emmy Awards. Abrangem ao mesmo tempo, formatos completamente diferentes.
Exemplo? Melhor roteiro para programa de variedades, musical ou comédia e Melhor roteiro de minissérie, filme ou especial dramático de TV.
Sugiro uma nova categoria:
Melhor ou segundo melhor ator, atriz ou figurante de série, filme ou musical para TV. Ou não
Exemplo? Melhor roteiro para programa de variedades, musical ou comédia e Melhor roteiro de minissérie, filme ou especial dramático de TV.
Sugiro uma nova categoria:
Melhor ou segundo melhor ator, atriz ou figurante de série, filme ou musical para TV. Ou não
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